Outubro Rosa: mulheres têm manhã de acolhimento e conscientização em Socorro

Conscientização e cuidado marcaram o evento realizado pela Prefeitura de Nossa Senhora do Socorro nesta quinta-feira, 30, no Marcos Freire II. Para encerrar o mês do Outubro Rosa, a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SEPM) e o Centro de Referência de Atendimento à Mulher (Cram) promoveram uma manhã de atividades na Praça da Juventude. 

O evento, voltado para mulheres assistidas pelo Cram e pela SEPM, contou com palestra e orientações sobre cuidados preventivos e autoexame das mamas, dinâmicas de grupo, atividade física, distribuição de absorventes e um café da manhã especial para elas. O principal objetivo foi conscientizar e alertar as mulheres para a importância do diagnóstico precoce e prevenção do câncer de mama.  

A secretária da SEPM, Maria da Taiçoca, explica que o encontro foi pensado, especialmente, para levar informação e acolhimento às mulheres assistidas pela gestão. “Esse momento, em alusão ao Outubro Rosa, é para ressaltar os cuidados que precisamos ter e como é importante acolher as mulheres do nosso município. Nós, mulheres, temos força, coragem e garra, mas, mesmo assim, há momentos em que precisamos de acolhimento, e foi isso que buscamos com a realização desse evento”, conta. 

A coordenadora da Saúde da Mulher, da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), Rita de Cássia Santos, palestrou sobre prevenção do câncer de mama, alertando também sobre outras doenças, como o câncer de colo do útero. Além de levar informação sobre saúde, Rita explica que a ação também busca empoderar as mulheres dentro da sociedade. “Nós queremos trazer cada vez mais essas mulheres para a sociedade e proporcionar a sensação de pertencimento, porque são mulheres que, muitas vezes, se anulam em função de filhos, netos ou do marido, e queremos fazer com que ela se volte para si mesma”, afirma Rita de Cássia.

Uma das cerca de 100 mulheres que participaram do evento foi Enayrem dos Santos. Assistida pelo Cram, ela ressalta como a integração social e o apoio da equipe da Prefeitura fazem diferença no dia a dia. “Fui vítima de agressão doméstica por muitos anos pelo meu ex-companheiro, e agora me sinto muito acolhida pelo Cram. A equipe me mostrou que eu era vítima e ele mexia com meu psicológico. Além de ser um momento de orientação de saúde, também é um momento de convivência, me sinto muito bem quando estou aqui com elas”, declara.

Fonte: Secom Socorro

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