A política também se constrói dentro de casa. Em Sergipe, a história de Garibalde Mendonça e Breno Garibalde mostra como a participação na vida pública pode atravessar o tempo sem que isso signifique repetir os mesmos caminhos.
Garibalde consolidou sua presença na Assembleia Legislativa ao longo de sete mandatos. Breno, por sua vez, chegou à Câmara Municipal de Aracaju e vem desenvolvendo uma atuação própria, com atenção especial às pautas ambientais e sociais.
Agora, os dois se colocam diante de um novo momento político. Garibalde busca mais uma vez uma vaga na Assembleia Legislativa, enquanto Breno pretende disputar uma cadeira na Câmara Federal.
É uma mudança importante de cenário. Se a atuação dos dois já alcançava diferentes espaços, um no legislativo estadual e outro no municipal, a chegada de Breno ao Congresso poderá ampliar esse alcance, levando para Brasília pautas e demandas que hoje são discutidas no âmbito da capital.
Mais do que uma sucessão familiar, o momento representa a presença de duas gerações em diferentes níveis do Legislativo. Garibalde com a experiência acumulada em décadas de vida pública, Breno com a perspectiva de uma fase que começa a ocupar novos espaços.
Se os projetos se confirmarem, a política sergipana poderá acompanhar uma nova configuração dessa história familiar: pai e filho atuando simultaneamente em Brasília e na Assembleia Legislativa, cada um em seu espaço e com sua própria identidade.









