O Mirante da 13 de Julho recebeu a abertura da exposição “Povos Originários da América”, que propõe uma imersão na história, nas raízes e nos costumes dos povos indígenas do continente. Com curadoria de Chiko Só, a mostra segue aberta ao público até o dia 19 de junho.
A exposição, que foi aberta na noite desta quarta-feira, 22, reúne obras de 11 artistas e apresenta uma narrativa que percorre a trajetória dos povos originários desde a América do Norte, passando pela América Central, até chegar à América do Sul e ao Brasil. Entre os itens expostos estão pinturas, xilogravuras, adornos e objetos tradicionais, como cocares, arcos, lanças, maracás e utensílios que revelam aspectos culturais e cotidianos dessas populações.
Além de valorizar a diversidade cultural, a iniciativa também fortalece o espaço do Mirante como um ponto de difusão artística e turística da capital. Para o diretor de Planejamento da Setur, Ícaro de Carvalho, a exposição reforça o papel do local como vitrine da produção cultural. “O Mirante da 13 de Julho se consolida cada vez mais como um espaço de valorização dos saberes e fazeres artísticos. Aqui, além de expor, os artistas também podem comercializar suas obras, proporcionando ao visitante uma experiência cultural completa, aliada ao próprio atrativo turístico do local”, destacou.
Esta é a oitava exposição realizada desde a reabertura do espaço e traz um olhar especial para a história dos povos originários. “A mostra apresenta esse percurso desde a América do Norte até o Brasil, evidenciando como esses povos contribuíram para a formação dos nossos costumes, tradições e saberes. É uma exposição importante, especialmente neste período, em que reforçamos essa reflexão cultural”, completou.
Entre os artistas participantes, Gildeartes destaca a proposta de sua obra. “Essa pintura representa as expressões indígenas, mostrando a cultura e a territorialidade desses povos, que são elementos fundamentais para sua identidade”, explicou.
Quem visitou a abertura também reconheceu a importância da iniciativa. A visitante Danniella Gouveia ressaltou o valor da preservação cultural. “A gente tenta expressar essa cultura para que ela não seja esquecida, valorizando sempre a importância dos povos originários”, afirmou.
Com entrada gratuita, a exposição pode ser visitada de segunda a sexta-feira das 8h às 17h, aos sábado é das 8h às 13h e, aos domingos, das 9h às 12h, sem necessidade de agendamento prévio
Fonte: AAN









