Celebrado nesta quarta-feira, 9 de setembro, o Dia do Administrador chama atenção para uma profissão cada vez mais estratégica para empresas, instituições públicas e organizações. Em Sergipe, a data também reforça o trabalho de valorização da categoria desenvolvido pelo Conselho Regional de Administração (CRA-SE).
Vice-presidente e diretor de Eventos do CRA-SE, Renan Nunes Tavares destaca que as transformações do mercado ampliaram o campo de atuação e também as responsabilidades desses profissionais.
“Administrar hoje vai muito além de gerir uma empresa. Estamos falando de planejamento, inovação, governança, gestão de pessoas e tomada de decisões. O administrador está presente em diferentes setores e tem uma contribuição importante para o desenvolvimento econômico e social”, afirma.
Nos últimos anos, o CRA-SE intensificou ações de aproximação e valorização dos profissionais. Entre as iniciativas estão eventos e treinamentos técnicos, uma programação sobre governança em parceria com o Tribunal de Contas do Estado de Sergipe (TCE-SE) e a participação no Pacto pela Educação. Em 2025, quando a Administração completou 60 anos de regulamentação no Brasil, o Conselho também promoveu homenagens, entrega de medalhas e uma mobilização que iluminou de azul-safira diversos monumentos e prédios públicos de Sergipe.
Com quase duas décadas de formação, Renan é administrador pela Faculdade de Sergipe (FASE), possui MBA em Marketing Empresarial pela Universidade Tiradentes (Unit) e atua profissionalmente na área desde 2005. No CRA-SE, já foi conselheiro suplente e efetivo e diretor de Fiscalização e Registro, antes de assumir a vice-presidência.
Sua trajetória também é marcada pela participação em entidades empresariais e representativas. Renan é presidente da Associação Comercial e Empresarial de Sergipe (ACESE), é vogal da Junta Comercial do Estado de Sergipe (Jucese) e integra o Conselho Municipal de Defesa do Consumidor (Condecom).
“Valorizar a Administração é também preparar a profissão para o futuro. Precisamos de profissionais cada vez mais qualificados, conectados às transformações do mercado e conscientes do papel que podem desempenhar na construção de organizações mais eficientes e de uma sociedade mais desenvolvida”, conclui Renan.









