Recentemente, o cenário político foi marcado por mais uma tentativa de envolver o nome de André Moura em investigações, desta vez no escândalo do INSS. No entanto, o que se viu foi o rápido desmoronamento de narrativas sem base fática, culminando em uma declaração contundente do relator da comissão, o deputado Alfredo Gaspar.
Em um gesto de honestidade intelectual e rigor jurídico, o deputado Alfredo Gaspar foi enfático ao questionar a inclusão do nome de André no processo. Segundo o relator: “Não entendo por que citar o nome de André Moura, uma vez que, em momento algum, ele aparece nas robustas provas colhidas por esta CPMI.”
Essa fala não é apenas uma opinião isolada, mas o reconhecimento de quem analisou o conjunto das evidências e não encontrou um único fio condutor que ligasse o líder político a qualquer irregularidade.
Embora ataques de opositores sejam frequentes, este episódio serviu para reafirmar a trajetória de André Moura perante o povo de Sergipe. O que se desenhou como uma tentativa de desgaste acabou gerando o efeito oposto:
- A ausência de provas em um inquérito tão rigoroso reforça a lisura de suas ações.
- Mais uma vez, opositores utilizaram o nome de André de forma aleatória e sem fundamento, subestimando a capacidade técnica dos órgãos de controle.
- Ao sair ileso de mais um embate, André Moura demonstra que sua força política não é fruto do acaso, mas de uma postura que resiste ao escrutínio público.
No fim das contas, a verdade se impôs sobre a retórica. Para Sergipe, fica a lição de que o barulho político não substitui o rigor das provas, e André Moura emerge deste processo ainda mais fortalecido para seguir sua caminhada.
Pedrinho Barreto









