O CineSolarzinho, versão voltada ao público infantil do CineSolar – o primeiro cinema itinerante movido a energia solar do Brasil, será vivenciado ao ar livre nas cidades de Laranjeiras, na sexta-feira (14), na Praça da Matriz, e de Nossa Senhora do Socorro, na Praça Cultura Cantor Rogério, no sábado (15), a partir das 18h. Com acesso gratuito e livre para todas as idades, na telona serão exibidos curtas-metragens com temas como sustentabilidade, ciências, tecnologia e o universo da infância. Os filmes contam com recursos de acessibilidade e, durante a sessão de cinema, haverá distribuição de pipoca.
O protagonista do projeto é o furgão do CineSolarzinho, uma estação móvel de ciências, arte, tecnologia, sustentabilidade e cultura de paz. O veículo é adaptado com placas fotovoltaicas no teto e carrega todo o cinema: cadeiras, banquetas, sistemas de conversão e armazenamento de energia, som, projeção e a própria tela. Com luzes coloridas, decoração de material reciclado e objetos interativos (como laser e bola de plasma), o espaço ensina, de forma lúdica, como a luz do sol se transforma em energia elétrica.
“Levar cinema para as crianças, de forma lúdica, gratuita e sustentável, é uma maneira de ampliar horizontes, estimular a criatividade e fortalecer a cultura desde a infância. O CineSolarzinho foi criado exatamente com esse propósito: proporcionar uma experiência que une arte, educação e meio ambiente, despertando novos olhares para o mundo”, explica Cynthia Alario, idealizadora do CineSolar.
A 6ª edição do CineSolarzinho é viabilizada pela Lei Rouanet, com patrocínio da ENGIE Brasil e apoio das Prefeituras de Laranjeiras e de Nossa Senhora do Socorro, e é realizada pela Brazucah Produções e pelo Ministério da Cultura.
A ENGIE Brasil, umas das líderes em geração 100% renovável do país, atua em geração, comercialização e transmissão de energia elétrica, transporte de gás e soluções energéticas. O Circuito CineSolarzinho será realizado em agosto, em 11 cidades dos estados da Bahia, Sergipe, Pernambuco e Paraíba, totalizando cerca de 1650 beneficiados.
“Apoiar o CineSolarzinho é contribuir para o desenvolvimento social por meio da cultura e da sustentabilidade, levando cinema e educação ambiental a comunidades e estimulando novas gerações a refletirem sobre energia limpa, cidadania e preservação. Acreditamos que a arte, aliada à tecnologia sustentável, tem o poder de ampliar horizontes, transformar trajetórias e fortalecer o protagonismo das pessoas em seus territórios”, ressalta Aline Silveira, gerente de Segurança, Meio Ambiente, Saúde e Responsabilidade Social da ENGIE Soluções de Operação e Manutenção.
Oficinas
Além das sessões de cinema, serão promovidos três encontros da Oficinema Solar em escolas públicas. A oficina on-line tem como objetivo sensibilizar os estudantes sobre as questões ambientais e introduzir aspectos básicos da linguagem audiovisual com a técnica de animação em stop motion, que consiste em criar a ilusão de movimento a partir de uma série de fotografias sequenciais. Com celular e tablet, as crianças e jovens constroem coletivamente a história, protagonizam e roteirizam um curta, que é exibido na sessão de cinema à noite para toda a população.
Curtas-metragens
Nesta edição do CineSolarzinho, a curadoria dos curtas-metragens é assinada pela E+ – a principal plataforma de entretenimento educativo na América Latina, impulsionada pela Fundação Norma e por Leo Werthein – em colaboração com Ana Arruda, curadora e diretora da Sétima Cinema. São 22 curtas e documentários, brasileiros e de países como Argentina e Uruguai.
Histórias que encantam, conectam e ampliam o mundo das crianças, com abordagem que combina educação, cultura e linguagens contemporâneas. “As premiadas animações nacionais convidam o público a embarcar em narrativas cheias de imaginação, afeto e aventura. Com linguagem acessível e ritmo envolvente, os filmes apresentam personagens, lendas e cenários de diferentes regiões do Brasil proporcionando às crianças experiências de descoberta, convivência com a natureza e pertencimento no universo da infância”, diz Ana Arruda.
Fonte: Assessoria de Imprensa









