Com recorde de público, a Bienal do Livro da Bahia consolida seu lugar entre as maiores do país e impulsiona o mercado editorial.

A Bienal do Livro da Bahia encerrou sua terceira edição em grande estilo. Realizado entre 15 e 21 de abril, no Centro de Convenções da Bahia, o evento registrou um público recorde, com a presença de 130 mil pessoas.
Consolidada como a terceira maior do país, a Bienal do Livro da Bahia fica atrás apenas das realizadas em São Paulo e Rio de Janeiro.
Em vez de competir com o digital, a Bienal do Livro da Bahia evidenciou a força complementar do livro físico. Em um cotidiano saturado por telas, o encontro com o papel, a tinta e o silêncio da leitura ganhou novo significado para leitores de todas as idades.

Os sebos voltaram a ocupar um lugar de destaque entre leitores de perfis variados, reafirmando sua importância na ampliação do acesso à leitura. Com preços mais acessíveis, esses espaços têm atraído sobretudo o público jovem, interessado em obras de qualidade.
Entre os destaques da programação estiveram autores de projeção nacional e internacional, como Julia Quinn, autora de Bridgerton, Itamar Vieira Júnior, Ailton Krenak, referência na liderança indígena e na literatura brasileira Raphael Montes e Socorro Acioli. O público também prestigiou a participação de personalidades ligadas à Bahia e à cena cultural contemporânea, como Bethânia Pires Amaro, Elayne Baeta, Luciany Aparecida, Jean Wyllys, Bárbara Carine e Carla Akotirene..
Durante à Bienal, o entusiasmo nos olhos de crianças, e adolescentes ao escolherem livros com os quais se identificavam. Esse sentimento era nítido: havia felicidade no ar. A atmosfera literária estava repleta de magia, encontros e uma rica dimensão lúdica, marcada pela força do imaginário.
A feira também impulsionou o mercado editorial. Editoras como Companhia das Letras, Editora Planeta e A Bienal do Livro da Bahia encerrou sua terceira edição em grande estilo. Realizado entre 15 e 21 de abril, no Centro de Convenções da Bahia, o evento registrou um público recorde, com a presença de 130 mil pessoas.
Consolidada como a terceira maior do país, a Bienal do Livro da Bahia fica atrás apenas das realizadas em São Paulo e Rio de Janeiro.
Em vez de competir com o digital, a Bienal do Livro da Bahia evidenciou a força complementar do livro físico. Em um cotidiano saturado por telas, o encontro com o papel, a tinta e o silêncio da leitura ganhou novo significado para leitores de todas as idades.
Os sebos voltaram a ocupar um lugar de destaque entre leitores de perfis variados, reafirmando sua importância na ampliação do acesso à leitura. Com preços mais acessíveis, esses espaços têm atraído sobretudo o público jovem, interessado em obras de qualidade.
Entre os destaques da programação estiveram autores de projeção nacional e internacional, como Julia Quinn, autora de Bridgerton, Itamar Vieira Júnior, Ailton Krenak, referência na liderança indígena e na literatura brasileira Raphael Montes e Socorro Acioli. O público também prestigiou a participação de personalidades ligadas à Bahia e à cena cultural contemporânea, como Bethânia Pires Amaro, Elayne Baeta, Luciany Aparecida, Jean Wyllys, Bárbara Carine e Carla Akotirene..
Durante à Bienal, o entusiasmo nos olhos de crianças, e adolescentes ao escolherem livros com os quais se identificavam. Esse sentimento era nítido: havia felicidade no ar. A atmosfera literária estava repleta de magia, encontros e uma rica dimensão lúdica, marcada pela força do imaginário.
A edição reuniu mais de 100 horas de programação e cerca de 170 atrações, entre autores e convidados, distribuídas por espaços como o Café Literário, a Arena Farol e a área infantil.
A feira também impulsionou o mercado editorial. Editoras como Companhia das Letras, Editora Planeta e HarperCollins Brasil registraram aumento nas vendas.

Moni Praddo é jornalista, colunista, curadora de arte, comunicadora e escritora apaixonada por palavras e encontros. Cronista e palestrante, também atua como terapeuta cognitivo-comportamental e musicoterapeuta formada pela Universidade Católica do Salvador (UCSAL). Pós-graduada em comunicação e semiótica pela (UNIG), Pós-graduanda em jornalismo (UNIG). Entre viagens, livros, pesquisas e eventos, sempre com um bloquinho na mão, busca compreender o mundo e acreditando que a vida pulsa de forma coletiva. Ativista literária e ambiental, defende a escrita como ferramenta de transformação social e como ponte para tocar a alma das pessoas.








