ATÉ QUE EM FIM!

Esta frase nos remete a um suspiro de alivio dos americanos que complementando a frase, dizem: “Finalmente agora poderemos voltar a tomar um “cafezinho” e comer “hamburguer” novamente. Pena que o mesmo não aconteceu conosco, não podemos dizer o mesmo, pois os preços destes produtos ainda continuam aviltantes em nosso país, longe do alcance do poder aquisitivo da maioria dos brasileiros. Tanto é verdade, que os costumeiros “churrasquinhos” dominicais de fundo quintal, atualmente são raros, e quando ocorrem para reunir a família e os amigos , a carne foi substituída sardinha, salsicha ou linguiça na brasa.

O QUE ACONTECEU DE ‘NOVO’ NOS EUA?

Estes e outros produtos tornaram-se mais baratos, possíveis de serem adquiridos pelos assalariados. A mudança para melhor ocorreu no dia 21 de Novembro de 2.025, quando presidente Trump decretou o fim das tarifas sobre 30% dos produtos exportados pelo Brasil, com prioridade para a carne e o café.

A QUE SE DEVE ESSA MUDANÇA?

Podemos dizer que foram duas palavras: “A Química” e a “Inflação”. Estes dois fatores pesaram muito na decisão de Trump para recuar diante do Protecionismo exagerado (Tarifaço), pelos menos parcialmente.

A Química- proporcionou encontros e conversas de negociações positivas entre os dois presidentes (Lula e Trump). Devemos somar a este fato o esforço hercúleo e a insistência do, vice presidente, Geraldo Alckmin, do chanceler Mauro Vieira, vários ministros, empresários e alguns deputados, que lutaram bravamente e incansavelmente contra o “fantasma” que fez tremer o Brasil, “o tarifaço”.

A Inflação- Sem dúvida este foi o fator preponderante, logo após o tarifaço, subiu a ponto de ultrapassar o teto da meta que havia sido estipulado. Todos sabemos que a inflação é um “Dragão” e seu prato predileto e devorar salários de trabalhadores, elevando o preço dos produtos essenciais. Quando atingida pela voracidade do dragão, a população, grita, hurra, protesta contra o governo que por sua vez perde popularidade.

A QUEDA DA POPULARIDADE DE TRUMP

Uma pesquisa realizada pela “ABC News – Washington ton Post – (IPSOS)” demonstrou que 6 em cada 10 cidadãos americanos culpam Trump pela inflação elevada. A popularidade do presidente, está em queda livre, nunca esteve tão baixa desde seu primeiro mandato, atualmente o patamar é de apenas 38% de aceitação. Preocupado com seu péssimo desempenho o presidente dos EUA, resolveu recuar em sua obstinação protecionista e isentou 30% dos produtos brasileiros, para combater a inflação.

O Objetivo de Trump sempre foi o de entregar um Paraíso aos americanos, tendo como principal pilar para este feito o tarifaço e o que entregou foi o dragão da inflação e o empobrecimento da classe trabalhadora. Seu Plano Econômico Protecionista não deu resultado e o feriu de morte politicamente.

Aos poucos, Trump vem desmantelado o escastelamento econômico dos EUA e aproxima-se do multilateralismo econômico sem sobretaxas absurdas.

E, QUANTO AO BRASIL?

  • Em primeiro lugar o Brasil precisa ser muito prudente, pois o que parece um alívio pode não ser duradouro. Trump é um meteoro sem rota definida e pode mudar suas decisões a qualquer momento e pode nos trazer sérias catástrofes novamente.
  • Em segundo lugar precisamos continuar lutando pois cerca de 70% das exportações brasileiras para os EUA ainda estão sofrendo algum tipo de tarifa adicional. Não podemos nunca esquecer que todas as sanções dos EUA contra o Brasil foi fruto de traição, pois a justificativa utilizada por Trump, para endossar as sanções, não foi outra senão aproveitar da influencia exercida pelo deputado Eduardo Bolsonaro, e acusar o Brasil de não respeitar os Direitos Humanos Internacionais ao perseguir o ex-presidente e família, acusado pelo STF de ser o mentor de um golpe de Estado contra a democracia.

Bem! A situação em relação a Bolsonaro nada mudou, pelo contrário, piorou, o mesmo foi condenado e deverá cumprir o mandado de prisão. Não é difícil concluirmos que o caso “Bolsonaro” deixou de ser importante nos cálculos de Trump. E, que o filho do ex- presidente do Brasil, Eduardo Bolsonaro, que a meses se encontra nos EUA, trabalhando em favorecimento do pai e nas sanções contra o Brasil; portanto ausente dos seus compromissos com o Brasil para o qual foi eleito, recebendo mensalmente seus salários regiamente pagos pelo Tesouro Nacional com dinheiro público, mesmo sem trabalhar, terá agora que buscar outra ocupação pois os dois países reataram suas alianças.

OBRIGADO POR LER – Professor Marcos Moraes.

As IA

ATÉ QUE ENFIM!

A expressão “Até que enfim!” descreve com perfeição o suspiro de alívio dos americanos que, comemorando a novidade, ironicamente completaram: “Finalmente agora poderemos voltar a tomar nosso cafezinho e comer hambúrguer novamente!”

Infelizmente, nós brasileiros não podemos dizer o mesmo. Os preços desses produtos continuam aviltantes, longe do alcance da maioria da população. Não por acaso, o
tradicional churrasquinho dominical de fundo de quintal — símbolo de convivência familiar — tornou-se raro. Quando acontece, a carne é substituída por opções mais
baratas, como sardinha, linguiça ou salsicha.

O QUE ACONTECEU DE NOVO NOS EUA?

Houve uma queda significativa nos preços de diversos produtos, tornando-os novamente acessíveis aos trabalhadores americanos. Essa mudança ocorreu em 21 de novembro de 2025, quando o presidente Donald Trump decretou o fim das tarifas sobre cerca de 30% dos produtos exportados pelo Brasil, com destaque para carne e café, itens essenciais no mercado norte-americano.

A QUE SE DEVE ESSA MUDANÇA?

Resumidamente, a duas palavras: Química e Inflação.

  1. A Química

Refere-se ao inesperado entrosamento diplomático entre os presidentes Lula e Trump, favorecido por encontros estratégicos e negociações diretas. Somaram-se a isso os esforços insistentes e contínuos do vice-presidente Geraldo Alckmin, do chanceler Mauro Vieira, de ministros, empresários e deputados que atuaram firmemente contra o “fantasma do tarifaço”, que ameaçava derrubar setores inteiros da economia brasileira.

  1. A Inflação — o fator decisivo

Logo após o tarifaço, os EUA enfrentaram uma disparada inflacionária que ultrapassou a meta do próprio governo. E todos sabem: a inflação é um dragão, e seu prato favorito é o salário do trabalhador. Quando os preços sobem em itens essenciais, a população protesta, reclama, grita — e o governo perde popularidade.

A QUEDA DA POPULARIDADE DE TRUMP

Pesquisa da ABC News / Washington Post / IPSOS revelou que 6 em cada 10 americanos culpam Trump pela inflação. Sua popularidade está em queda livre: 38%, o nível mais baixo desde seu primeiro mandato.

Diante do risco político, Trump recuou no protecionismo e retirou parte das tarifas sobre produtos brasileiros para frear o custo de vida interno. O presidente prometera entregar um “paraíso econômico” baseado no tarifaço — mas o que entregou foi inflação, preços altos e perda de poder de compra. Seu plano protecionista não funcionou e o desgastou profundamente.

Agora, Trump começa a desmontar o muro tarifário que ele mesmo construiu, aproximando-se, ainda que contrariado, de um multilateralismo moderado.

E QUANTO AO BRASIL?

Apesar do alívio, a cautela é fundamental.

  1. Prudência

Trump é imprevisível, um “meteoro sem rota definida”. Pode voltar atrás a qualquer momento — e um novo tarifaço poderia provocar nova catástrofe econômica.

  1. A luta continua

Cerca de 70% das exportações brasileiras ainda enfrentam tarifas extras. Ou seja: ganhamos uma batalha, não a guerra comercial.

E A QUESTÃO BOLSONARO?

Importante recordar:

As sanções americanas tiveram como base uma narrativa construída sob forte influência de Eduardo Bolsonaro, que acusava o Brasil de desrespeitar direitos humanos ao
investigar seu pai, réu por tentativa de golpe de Estado.

Hoje, o caso mudou completamente de figura. Bolsonaro foi condenado e está sob mandado de prisão, o que torna irrelevante essa justificativa nos cálculos do governo
americano.

Eduardo Bolsonaro, por sua vez, continua nos Estados Unidos há meses, atuando politicamente em defesa do pai e contra o Brasil, sem cumprir seu mandato no
Congresso, mas recebendo salários pagos pelo contribuinte brasileiro.

Com a reaproximação entre Lula e Trump, seu papel perdeu utilidade, e é provável que tenha de buscar nova ocupação, já que sua influência nos EUA se tornou dispensável.

CONCLUSÃO

O alívio vindo dos EUA é real — mas parcial e frágil.

O Brasil ainda precisa avançar muito para recuperar plenamente sua posição comercial e proteger sua economia da volatilidade externa.

Professor Marcos Moraes

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